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Inovação em Recursos Humanos: confira as tendências para 2019

By março 7, 2019 No Comments

Você conhece Josh Bersin?

Josh Bersin é um analista de pesquisa mundialmente conhecido e fundador da Bersin by Deloitte, fornecedor líder de programas de afiliação baseados em pesquisa em recursos humanos, talento e aprendizado.

Analista, palestrante e escritor sobre os temas de recursos humanos corporativos, gestão de talentos, recrutamento, liderança, tecnologia e interseção entre trabalho e vida. Também é adviser em várias empresas de RH para ajudá-las a alinhar seus produtos e serviços às necessidades do mercado.

Recentemente, Bersin divulgou uma pesquisa com as principais tendências para o setor de RH. Chamado de Previsões de Talento, Tecnologia e RH para 2019: Responsabilidade e Confiança em um Momento Incerto, ele mostra que, mediante o enorme cenário de mudanças nos setores econômicos, sociais e comerciais, o universo do RH necessita de grandes mudanças – que abrangem a importância da experiência do funcionário, o mercado de bem-estar e a confluência de produtividade e sistemas de RH.

Recursos Humanos: confira as tendências para 2019

1. A tecnologia de RH será um desafio, pois muitas novas ferramentas chegam ao mercado.
Você será inundado com novas ferramentas e fornecedores este ano. É hora de fazer parceria com a TI e analisar os principais sistemas como uma base de infraestrutura, e não soluções completas. Esteja pronto para experimentar e selecionar cuidadosamente apenas o que você precisa.

2. Dados, análises e inteligência artificial são empolgantes, mas a ética, a confiança e a governança são fundamentais.
Tenha uma boa equipe de análise em funcionamento e conecte-a a outras equipes de análise funcional da empresa. Você também deve manter a responsabilidade, confiança e ética acima de tudo. Os sistemas de IA no trabalho podem, potencialmente, recomendar promoções e até mesmo identificar funcionários em risco de demissão.

3. Embora seja uma frase da moda, a experiência do funcionário ainda é muito importante.
Para Bersin, a experiência do funcionário significa entender o que seus funcionários precisam e tratá-los com o mesmo cuidado e importância que você aplica aos clientes.
Precisamos coletar mais dados e entender, em tempo real, sobre nossa força de trabalho; benefícios e arranjos de trabalho mais flexíveis, integrar todas as práticas de talentos e focá-las nas necessidades dos funcionários, não nas necessidades de RH.

4. Aprendizagem é prioridade máxima.
O segmento de crescimento mais rápido do mercado de RH hoje é ferramentas e sistemas de aprendizado. Com isso, adote plataformas que transformem a experiência de aprendizado, design thinking e metodologia ágil..

5. Concentre-se na cultura de liderança e aprenda a liderar em uma rede.
Aprenda a liderar em uma rede, o que significa liderar por influência, colaboração, ouvir e decidir quando agir.

6. Arme sua máquina de recrutamento.
Conecte o setor de recrutamento ao de aprendizado. As empresas gastam de três a quatro vezes mais por candidato em recrutamento do que gastam no desenvolvimento de candidatos internos, mas até um terço das novas contratações não dão certo. Equipes de aquisição de talentos e de desenvolvimento precisam passar mais tempo juntas.

7. Leve o mercado do bem-estar a sério.
Bersin defende que precisamos oferecer aos funcionários (em tempo integral e alternativo) um conjunto de ofertas cuidadosamente elaborado para ajudá-los a se manterem saudáveis, produtivos e financeiramente seguros. Se você não o fizer, sofrerá baixos níveis de engajamento, altos níveis de rotatividade e custos cada vez maiores de seguro. A dica é: faça algumas considerações sobre pesquisas e análises conjuntas para descobrir quais benefícios os funcionários desejam.

8. Certifique-se de que a estratégia de escuta do funcionário esteja em vigor.
Certifique-se de que a escuta eficaz dos funcionários esteja na sua agenda de 2019.

9. Converse com seu departamento de TI sobre as ferramentas de produtividade da empresa.
2019 será um grande ano para ferramentas de produtividade para os colaboradores. Tecnologias como o Slack, Workplace by Facebook e Google G-Suite estão revolucionando a experiência de trabalho do dia-a-dia.

10. Transforme sua função de RH em uma equipe multidisciplinar.
Recrutamento, aprendizado, remuneração e benefícios, comunicação com funcionários e tecnologia de RH.

Ótimas dicas, certo? Agora vamos retomar a dica de número 7 e analisar juntos.

7. Leve o mercado do bem-estar a sério.
-> Oferecer aos funcionários um conjunto de ofertas cuidadosamente elaborado para ajudá-los a se manterem saudáveis, produtivos e financeiramente seguros.
-> Se você não o fizer, sofrerá baixos níveis de engajamento, altos níveis de rotatividade e custos cada vez maiores de seguro.
-> A dica é: faça algumas considerações sobre pesquisas e análises conjuntas para descobrir quais benefícios os funcionários desejam.

Todos os pontos levantados por Bersin são de suma importância, mas uma dica que podemos considerar como o primeiro passo para quem ainda não aplica ações de bem-estar é fazer uma pesquisa com os colaboradores para oferecer o que eles realmente acham interessante.
De fato, não adianta oferecer algo que não mude a vida deles de forma positiva. Mas também, por mais relevante que seja, é preciso trabalhar o engajamento deles com as ações para que ela perdure.

Busque ações que promovam qualidade de vida e um ambiente mais leve e tranquilo. Avalie também a relação entre os colaboradores, de líderes e liderados. Lembre-se que bem-estar engloba saúde física e mental!

Avalie também os impactos negativo de NÃO ter ações de bem-estar:
-> baixos níveis de engajamento
Colaboradores saudáveis são mais felizes e tem sua produtividade elevada.

-> altos níveis de rotatividade
Quem não gosta de se sentir importante perante a empresa? Se importar com a saúde do colaborador faz com que ele se sinta “cuidado” pela empresa e não querer se desligar. Programas de bem-estar também são ótimos atrativos para novos talentos.

-> custos cada vez maiores de seguro.
Colaboradores com a saúde em dia, usam menos o plano de saúde empresarial, reduzindo a sinistralidade e os custos com saúde.

Você já aplicou alguma pesquisa assim com os colaboradores? Aplicou algum programa de bem-estar na sua empresa? Conta pra gente. Se preferir, entre em contato e vamos conversar melhor sobre isso.

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